EXCLUSIVO: MPF conclui que Dilma é inocente e o senado concorda. Ela vai voltar!





O MPF (Ministério Público Federal) concluiu que as pedaladas fiscais não configuram crimes comuns, inclusive as que embasam o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Em parecer enviado à Justiça nesta quinta-feira (14), o procurador da República no Distrito Federal Ivan Marx pede o arquivamento de investigação aberta para apurar possível infração penal de autoridades do governo da presidente afastada. Ele concluiu, no entanto, que as manobras visaram maquiar as contas públicas, principalmente no ano eleitoral de 2014, o que configura improbidade administrativa –um delito civil.

As pedaladas fiscais consistiram no atraso de repasses do Tesouro Nacional para que bancos públicos pagassem obrigações do governo com programas sociais e empréstimos subsidiados. Por conta desses atrasos, as instituições tiveram de honrar as despesas com recursos dos correntistas. Para o TCU (Tribunal de Contas da União), as manobras foram operações de crédito ilegais entre os bancos e seu controlador, a União, pois não tiveram autorização Legislativa. 



VEJA O VÍDEO (COPIAR E COLAR) 
https://www.facebook.com/BlogDilmaRousseff/videos/vb.219188754789679/1156958684346010/?type=3

The MPF (federal prosecutors) concluded that the tax pedaling not constitute ordinary crimes, including those that support the impeachment of Rousseff. In an opinion sent to court on Thursday (14), the District Attorney in the Federal District Ivan Marx calls for open research archive to investigate possible criminal wrongdoing by government officials of the president away. He concluded, however, that the maneuvers were intended to make up the public accounts, especially in the election year 2014, which sets administrative impropriety -an tort. Tax cycling consisted of delay National Treasury transfers to public banks pay government obligations with social programs and subsidized loans. Because of these delays, the institutions had to honor the costs of resources account holders. For TCU (Federal Audit Court), the maneuvers were illegal loan transactions between banks and their driver, the Union because they did not have authorization Legislature


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